Com o aquecimento da economia, as empresas estão faturando alto no país. Em conseqüência, a receita do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) cresceu 32% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2007.
Segundo reportagem do jornal "Folha de São Paulo", o Ministério do Trabalho e Emprego, que antes falava em possibilidade de déficit no FAT, já prevê um superávit de quase R$ 5 bilhões este ano.
O Ministério já informou que o crescimento dos recursos do FAT vai se refletir, em 2009, em investimentos em programas de geração de emprego e renda, como Pronaf (destinado à agricultura familiar) e o Proger (para pequenos negócios). Ao lado disso, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) terá mais recursos para financiar empresas a custos mais baixos do que o do mercado e haverá a possibilidade concreta de mais investimento federal em ações para qualificação de mão-de-obra.
Empresas e entidades de representação do trabalhador não podem deixar de se engajar no processo de melhoria do mercado de trabalho e da qualidade vida. Os recursos estão aí.