Conforme denúncias, a Magnus desrespeita a legislação trabalhista e obriga os vigilantes a fazerem jornada noturna de até 12 horas. E como ninguém pode deixar o posto antes que chegue seu substituto, essa jornada pode se estender ainda mais e, nesses casos, não há pagamento de horas extras; o que empresa propõe é mera compensação.
Só não se sabe como, com essas péssimas condições de trabalho, o vigilante poderá efetivamente ficar "vigilante".