08/01/2009 - 14:21
Luta por jornada de trabalho justa não pode andar para trás
 

Em Congonhas, a CSN propôs aumentar a jornada por turno de trabalho, sem reajuste de salários. Roger Agnelli, presidente da Vale, por sua vez, tem defendido redução de jornada com redução equivalente de salários. Discussões como essas representam mesmo é retrocesso.

Aumentar jornada, nem pensar. Já reduzir pode ser boa pedida, desde que não se comprometa o poder de compra do trabalhador.

É fundamental ter uma jornada justa, com turnos de revezamento humanos.

A luta por dignidade e qualidade de vida não pode caminhar para trás.

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