No ano passado, a ArcelorMittal Monlevade lançou o PIDV (Programa de Incentivo à Demissão Voluntária) e, com isso, afastou 179 trabalhadores do quadro de pessoal. Mas depois chamou vários deles para voltar ao batente na usina. Só que esses companheiros retornaram como pessoa jurídica, o que significa que não têm certos direitos trabalhistas, como o FGTS, por exemplo, e eles próprios recolhem impostos, como uma empresa qualquer. É manobra da empresa para reduzir custos.
As demissões realizadas pela ArcelorMittal Monlevade fizeram o custo de produção da tonelada, que, em 2008, era em média de R$ 552,18, cair para R$ 546,75 em janeiro deste ano.