Com falta de funcionários, a GALPP criou uma situação esquisita. Às vezes, o trabalhador é obrigado a alterar o seu horário para cobrir a folga de outro, em alterações de escala sem planejamento prévio. Por exemplo: o companheiro iria trabalhar no sábado, de 07h15 às 15h e, de repente, tem que mudar para o turno de 15h15 às 23h15. É uma espécie de escala de revezamento especial, tipo "toda hora é hora".
Com essa prática, trabalhadores perdem o descanso de uma hora para outra, perdem também, em alguns casos, o adicional noturno e, mais ainda, são obrigados a remanejar seus compromissos para pegar no batente.
O problema não é novo na gerência e, já que toda hora é hora, já passou da hora de pôr ordem na casa. E respeitar o trabalhador.