30/09/2009 - 09:05
A absurda volta do capataz
 

Agora em setembro, uma ocorrência na GAPL1 demonstrou como certos chefes não absorvem de jeito nenhum o discurso de bom relacionamento humano que a ArcelorMittal tanto prega. Após um problema em uma operação, um supervisor pegou uma cadeira e se sentou junto ao pessoal, não para uma conversa, mas para ficar o resto do turno vigiando os trabalhadores. Além de se expor a risco de queimaduras, porque o local exige equipamentos de proteção especial, esse senhor provocou um enorme constrangimento entre os companheiros.

Esse é só um caso. Há outros, como, por exemplo, um supervisor do TL2 que tem imposto o período de férias, até por telefone. A empresa tem direito de fazer isso? Tem. Mas o diálogo com o trabalhador, em respeito à suas necessidades, é fundamental.

Um pouco de civilidade faz falta. Muita falta.

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