Conseguimos, em Monlevade, um abono de R$ 600,00 para os trabalhadores do sistema de turno, como forma de compensação pela tabela de revezamento, que resulta em uma jornada semanal de 36,7 horas. Em outras unidades, não houve abono nenhum, embora tenham um sistema de turnos ainda mais nocivo à saúde. Em Vespasiano, por exemplo, a jornada chega em torno de 50 horas, e o Sindicato daquela cidade está até lutando judicialmente contra a empresa em razão desse absurdo, e já ganhou em mais de uma instância.
Em Timóteo, a jornada chega a 44 horas, em turno fixo. Na CST, em Vitória, a jornada é de 48 horas. Em outras unidades, a realidade não é muito diferente.
Precisamos avançar muito, para garantir saúde e qualidade de vida. Abono é só compensação. Precisamos lutar por bem mais.