Exemplos de desmando são o que não falta na Contécnica, de propriedade de um senhor que insiste em não enxergar que as relações de trabalho precisam caminhar para a frente. Funcionários da empresa são obrigados a fazer horas extras, que chegam a acumular até durante três meses, sem que eles vejam a cor do dinheiro. Além disso, o empresário, com frequencia, obriga trabalhadores a assinarem advertência e, após três ocorrências, os ameaça com demissão por justa causa. E, em total falta de respeito, espalhou câmaras de vídeo pelo ambiente de trabalho, para uma espécie de delação eletrônica.
Não bastassem todos esses desmandos, esse senhor disse que não se importa de ter de comparecer à Delegacia Regional do Trabalho - onde já foi convocado, várias vezes – porque, segundo o empresário, a DRT não toma qualquer providência contra ele. Nem a Justiça. Inadmissível esse tipo de atitude do chefão da Contécnica.