Na GAPL1 e na GAPL 2, é assim: parou, tem que pagar. E isso significa que, sempre que há parada de produção acima de duas horas e em qualquer sucata, os trabalhadores têm que ficar depois de sua jornada de trabalho normal para fazer análise da falha. E esse "depois" não tem limite; se a análise durar horas e horas, fica por isso mesmo. O trabalhador tem que ficar no trabalho e pronto, mesmo que já não consiga mais transporte para ir para casa.
Trata-se da mais completa e rasgada falta de respeito ao trabalhador.