08/04/2010 - 11:45
Maluquinho quer pelourinho
 

Recentemente, um coordenador da Gamla (Gerência de Área de Manutenção da Laminação) enviou um comunicado ao seu pessoal reclamando de erro no uso de fusíveis e no controle de estoques. Ok, tudo bem, bom trabalho. Mas a uma certa altura, o moço disse no texto que poderá usar "chibata" e "pelourinho" para por ordem no setor, que ele classificou como "casa da Mãe Joana". O pelourinho – estão lembrados? –, no Brasil Colônia, era uma coluna de pedra onde escravos eram amarrados e castigados com a ... chibata.

A atitude desse coordenador não é isolada. A cultura da grosseria e da chibata tem sido exercida por vários integrantes de postos de chefia na usina de Monlevade. Esses escravocratas precisam pôr a mão na consciência. E pegar o manual de relacionamento com o pessoal para ler os tais princípios de respeito e valorização de pessoas que a ArcelorMittal diz ter. Ditadura Nunca Mais. Escravidão também Não.

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