Relatório da ArcelorMittal aponta que a taxa de ocupação dos consultórios médicos da Abeb ficou perto do limite no ano passado. O documento quer passar a ideia de que o número de atendimento aumentou. O que não é dito é que o número de médicos foi reduzido e, assim, o número de atendimento para cada um deles aumentou.
A empresa mostra também no relatório que a "implantação da auditoria médica na Abeb possibilitou uma redução de cerca de R$ 350 mil no ano de 2009, contribuindo para a redução dos custos assistenciais". Não é dito, porém, que a qualidade do serviço caiu assustadoramente. Hoje, quando um funcionário é demitido perde imediatamente o direito ao uso do plano, mesmo se estiver fazendo algum tratamento. É uma economia e tanto para a Abeb; já para o trabalhador, é um desastre completo.
Bom acrescentar que a ArcelorMittal tem divulgado em quadros de aviso os nomes dos conselheiros da Abeb. Só não se sabe para quê. O Conselho, recheado de chefes, não vem desempenhando o papel que deveria: defender o associado.