Certos chefinhos da ArcelorMittal Monlevade vêm resgatando a cultura da escravidão, que pensávamos já ter sido enterrada no país. Na edição passada, falamos de um coordenador que ameaçou usar "a chibata" e "pelourinho para pôr ordem no setor. E destacamos que não era um caso isolado. Não é mesmo. Abusos dessa e de outras naturezas têm acontecido usina afora. No TL1 e TL2, chefinhos têm sobrecarregado de trabalho os companheiros, colocando uma só pessoa para trabalhar onde, forçosamente, são necessárias duas. E, em alguns setores, trabalhadores têm sido deslocadas para áreas insalubres sem que tenham direito ao adicional de insalubridade.
Há rumores de que há planos de redução do quadro de pessoal da usina de Monlevade de 1200 para 800 funcionários. O que significa que a sobrecarga de trabalho, a pressão e o abuso tendem a aumentar.
E querem que os companheiros digam apenas "SIM".