No TL1, houve este mês uma parada de produção de quase 10 dias, para manutenção, em razão de falha de uma empresa de construção civil que executou serviços no setor. No alto-forno também houve parada, que teria sido provocada pela necessidade de corrigir erro técnico.
O que importa nesses casos é o seguinte: essas paradas são, em grande parte, fruto da política de terceirização excessiva e da prática igualmente excessiva de horas extras. Só que a terceirização excessiva e as horas extras excessivas produzem algo mais do que paradas: doenças e acidentes de trabalho. Ressalte-se que a empresa tem demitido sindicalistas e cipistas, agravando esse cenário.