Na Aciaria, companheiros estão tendo que se desdobrar, submetidos a excesso de trabalho. Onde deveria haver seis operadores, trabalham apenas cinco e, às vezes, quatro. A situação não é diferente no TL1. Mudaram o sentido da expressão "um por todos".
Até o intervalo de descanso e alimentação fica comprometida, contra o que determina o artigo 71 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Mesmo uma rápida saidinha para beber água incomoda alguns supervisores.
Sobrecarga de trabalho tem preço: esgotamento físico e mental, doença, acidente.
Já passou da hora de a gerência dar uma basta nessa situação.