A ArcelorMittal Monlevade tem mexido no horário de trabalho de trabalhadores que atuam em turnos de revezamento, praticamente em toda a usina e, em muitos casos, na realidade, tem imposto turno fixo.
Não bastasse esse problema, a falta de mão de obra tem feito com que trabalhadores fiquem sem o intervalo de repouso e alimentação. Como resultado dessa rotina estressante, um operador de ponte rolante chegou a dormir durante a operação do equipamento, correndo risco de provocar acidentes.
A empresa já enfrenta ação na Justiça por não respeitar o intervalo de repouso e alimentação. Mas parece que, mesmo com o passivo trabalhista rondando a sua porta, a gerência não aprende a lição.